Reforma da Previdência: veja o que deve mudar na contribuição dos trabalhadores ao INSS


A nova proposta de reforma da Previdência cria alíquotas de contribuição progressivas para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS, para trabalhadores da iniciativa privada). Hoje, são três percentuais de contribuição para o INSS estabelecidos de acordo com a faixa de renda do empregado com carteira assinada: 8%, 9% e 11% (o cálculo considera todo o salário). Mas os percentuais vão variar de 7,5% a 11,68% (o cálculo será feito sobre cada faixa de salário).



O que foi proposto:


Para quem ganha até um salário mínimo (hoje, R$ 998), a alíquota será de 7,5%.

Quem tem R$ 998,01 a R$ 2 mil de rendimento mensal, vai ter alíquota de 7,5% a 8,25%.

Para renda mensal de R$ 2.000,01 a R$ 3 mil, os percentuais serão de 8,25% a 9,5%.

Para os rendimentos de R$ 3.000,01 a R$ 5.839,45, por mês, os índices serão de 9,5% a 11,68%.

Com isso, os trabalhadores da iniciativa privada com renda menor terão um alívio nas contribuições mensais. Em compensação, os que ganham mais vão desembolsar contribuições maiores.


Como é hoje:


Quem ganha de até R$ 1.751,81 por mês recolhe, atualmente, 8% sobre o total do salário recebido.

Quem tem renda mensal de R$ 1.751,82 a R$ 2.919,72 contribui com 9% sobre o ganho total para o INSS.

Aquele que recebe de R$ 2.919,73 até R$ 5.839,45 mensais recolhe 11%.





Fonte: Extra

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